sábado, 22 de março de 2014

Não reagir, reagir ou ignorar?

Um excerto do livro de L. R. Knost, "Two Thousand Kisses a Day: Gentle Prenting Through the Ages and Stages", de 2013, recomenda-nos o seguinte:
... quando estamos perante uma criança desafiante, zangada ou rebelde, podemos não REAGIR... o que é muito diferente de IGNORAR! Abrandamos o nosso ritmo, colocamo-nos no nosso papel de adultos e permanecemos calmos. Focamo-nos na criança e não na sua acção e procuramos encontrar a necessidade que está por detrás daquele comportmanto. A correcção, na forma de ORIENTAÇÃO e COMUNICAÇÃO, será muito mais eficaz mais tarde e a longo prazo, quando os ânimos tiverem arrefecido e os corações se tiverem aberto através da ligação e da compreensão. Um comportamento é uma forma de comunicação e uma necessidade cumprida é um problema resolvido.

Concordam?


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